Coisas da Gato

de 18 a 24 de junho

O primeiro dia de praia

Andava desejosa (não andávamos todos?) por um dia de praia. Preparámos tudo de véspera e seguimos caminho até à nossa serra, a serra que fez com que nos apaixonássemos ainda mais pelo nosso país, a praia onde já vou desde criança e o sítio para onde vamos sempre que o sol espreita.

Não há sensação mais indescritível que do primeiro toque da planta do nosso pé na areia molhada e sentir a espuma do remanescente das ondas do mar a bater nas nossas pernas com aquela frieza que nos gela e aquece por dentro.

Já dei o primeiro mergulho do ano, já fiz a primeira sesta na praia e já devorei meio livro. Sim, foi um domingo muitíssimo produtivo,

Somehow the Wonder of Life Prevails

Esta música que ele me enviou e que já faz parte da nossa playlist do carro… esta música que é uma história cantada sobre as banalidades da vida quando ficam no sinal vermelho do cruzamento para dar passagem às coisas que realmente interessam.

“(…) And in the midst of all the agonies and hardness I felt, somehow the wonder of life always prevails
And in the midst of all the awkwardness, all my growing pains, somehow the wonder of life always remains.”

Voltar a treinar com plentiude

O verbo treinar tornou-se palavra chave do dia-a-dia de muitos de nós. Treinar para atingir determinados objetivos, treinar para nos sentirmos melhores no nosso corpo, treinar para gostarmos mais de nos vermos ao espelho, treinar para ganhar energia (depois de estranhamente parecer que a perdemos algures entre as flexões e os burpees), treinar para nos sentirmos mais ágeis, mais fortes e mais vivos. Não sei se treino por tudo isto ou por outra coisa qualquer, mas sei que é um prazer que aprendi a ter e do qual agora não me vejo a abdicar.

Este ano, por inúmeros motivos, tive de treinar menos. Não para ficar a dormir ou para me pôr a ver séries no sofá em modo lontra sedentária, pois estive sempre ocupada a fazer algo a que me propus. Os próximos meses serão mais calmos em termos de atividades extra-profissionais e é a altura perfeita para me dedicar mais a tudo aquilo que ficou a meio gás. O bom de treinar sem nenhum objetivo em particular é também isto: faço o que quero, quando quero e quando posso, sem recriminações.

Vou mesmo a tempo da coreografia 101 do Body Attack (que está para lá de exigente) e da prova de duas horas e meia de dia 8 de julho que vai certamente fazer estalar todos os músculos do meu ser.

Tenham uma boa semana! 🙂

Leila Gato

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