3 coisas da Gato

de 10 a 17 de junho

The Handmaid’s Tale – A série

Terminei de ler o livro no início deste ano, comparativamente a outras distopias que fiquei a conhecer através da Literatura, esta teve um desfecho em que nos deixa com uma réstia de esperança para uma mundo e uma sociedade em que dificilmente nos conseguimos rever.

A meu ver, o exercício que Margaret Atwood faz com esta obra deixa em aberto uma série de temas, situações e acontecimentos que servem de pretexto para uma adaptação a série televisiva com mais de uma temporada. E assim está a acontecer.

A série vai já na segunda temporada, eu acabei agora a primeira. Em 1984 quando publicou o livro, a autora vivia em Berlim, uma Berlim muito diferente da que conhecemos hoje e também na altura, um muro dividia dois mundos.

Imagem Via Hulu

Por termos aqui um suporte visual, todo o ambiente de Gilead e aquilo que imaginámos ao ler passa a ganhar uma nova dimensão. O mesmo acontece com as personagens – a meu ver o ponto forte da obra – e que através dos diversos flashabacks ficamos a conhecer (quase) intimamente.

São o caso da Tia Lydia, a mentora implacável que tanto ama as aias como as doutrina através da força, um misto de devoção e rigor inerentes a uma sociedade autoritária e controladora, e de Serena Joy, a esposa-modelo, obstinada e infértil que foi outrora uma mulher independente, apaixonada e autora de um livro de cariz feminista.

Se no livro estas personagens são meramente funcionais servindo para caracterizar o universo de Offred, na série ganham densidade, as suas ações são justificadas ou pelo menos interpretadas com conhecimento de causa, e passamos a compreender as suas motivações e até a sentir alguma compaixão por elas.

Não tarda meto-me num avião

Aquela parte boa de fazer uma viagem, antes da viagem em si é prepará-la! Passar horas de volta de sites e blogs para escolher o que de melhor há para ver e saborear numa cidade que ainda não se conhece. Não tarda parto à aventura com uma pessoa muito especial. Já temos bilhetes para museus, roteiros prontos (com margem para alguns improvisos) e algumas ideias de sítio onde ir provar comida apetitosa! Querem seguir-nos?

Em dia de Santo António a Gato come… nachos

E não são uns nachos quaisquer. O tímido calor do Santo António fez-nos sair de casa ao final da manhã e dar um passeio por uma zona que nos é muito familiar e onde fizemos incontáveis passeios dos velhos nos nossos primeiros anos de vida a dois. Lisboa estava com aquele ritmo próprio de feriado em que portugueses e turistas deambulam pelas ruas sorridentes e de gelado na mão, sem obrigações e sem horários. Depois de um café e uma dose de leitura, achámos que seria uma ótima ideia ir comer alguma coisa a um sítio calmo e que nunca nos desapontou, mesmo no centro de Lisboa.

É também aqui que servem uns dos nossos nachos preferidos da cidade! Pela foto, conseguem adivinhar onde é?

Tenham uma ótima semana repleto de “coisas” boas! 🙂

Leila Gato 

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